Pular para o conteúdo principal

As pessoas têm muito medo daqueles que conhecem a si mesmos. Estes têm um certo poder, uma certa aura e um certo magnetismo, um carisma capaz de libertar os jovens, ainda cheios de vida, do aprisionamento tradicional...

O homem iluminado não pode ser escravizado -- este é o problema -- e não pode ser feito prisioneiro... Todo gênio que tenha conhecido um pouco do seu íntimo está fadado a ser um pouco difícil de ser absorvido: ele deverá ser uma força perturbadora. As massas não querem ser perturbadas, ainda que se encontrem na miséria; estão na miséria, mas estão acostumadas com isso, e qualquer um que não seja um miserável parece um estranho.

O homem iluminado é o maior forasteiro do mundo; ele parece não pertencer a ninguém. Nenhuma organização consegue confiná-lo, nenhuma comunidade, nenhuma sociedade, nenhuma nação.

Osho The Zen Manifesto: Freedom from Oneself Chapter



Que cada um possa manter acessa sua luz interior, sendo dessa forma mais livre, mais independente, mais VIVO hoje, durante essa semana e sempre! Ótima semana pra todos!

Comentários

FOXX disse…
nossa, será esse o motivo da minha solidão?
DO disse…
Gostei,Rodrigo. Assim seja.

abração!!
Iasminne Fortes disse…
Profundo e real!

"Todo gênio que tenha conhecido um pouco do seu íntimo está fadado a ser um pouco difícil de ser absorvido"

ah! E fica aquele desejo incubado de 'quero ser lido, absorvido'.
Sim, sim... eu quero =)

beijos
Pedro disse…
Porque quem conheci a si é forte. E as pessoas temem o que é forte.
Babi Mello disse…
Ótima semana para você também e do ponto de vista de publicitária, achei linda a imagem. Super criativa.
Babi Mello disse…
Ah! Esqueci de falar no outro post, observando mais atentamente a borboleta ao lado da lampada que ilumina sugere a luz da mudança.
Bjim
Carolina disse…
Super verdade isso aí! As vezes me sinto meio assim, estrangeira com os outros.
Bjos queridos pra ti!

Postagens mais visitadas deste blog

Apego

Um dia, o Buda estava sentado na floresta com alguns monges. Eles tinham acabado de almoçar e já iam começar um compartilhamento sobre o Dharma quando um fazendeiro se aproximou deles. O fazendeiro disse: “Veneráveis monges, vocês viram minhas vacas por aqui? E tenho dezenas de vacas e elas fugiram. Além disso, eu tenho cinco acres de plantação de gergelim e este ano os insetos comeram tudo. Eu acho que vou me matar. Eu não posso continuar a viver assim”.
O Buda sentiu forte compaixão pelo fazendeiro. Ele disse: “Meu amigo, me desculpe, não vimos suas vacas vindo nessa direção”. Quando o fazendeiro se foi, o Buda se voltou para seus monges e disse: “Meus amigos, sabem por que vocês são felizes? Porque vocês não têm vacas para perder” Buda era contra bens materiais? Não! Ele queria  apenas que não fôssemos apegados a elas! Devemos viver no mundo mas sem precisar dele, conviver, amar as pessoas, sem dependência, viver o agora sem expectativas pelo futuro, deixar o passado e viver a etern…

Estresse - Osho

Todas as metas pessoais são neuróticas. O homem sintonizado com a essência das coisas consegue entender, sentir que: "Eu não sou separado do todo, e não há necessidade de estar elegendo e procurando concretizar algum destino por mim conta. Os fatos estão acontecendo, o mundo continua girando - chame isso de Deus...   Ele está fazendo coisas. Elas acontecem por vontade própria. Não há necessidade de que eu trave alguma luta, faça qualquer esforço; não há necessidade de que eu lute por coisa alguma. Posso relaxar e simplesmente ser"   O homem essencial não é um fazedor. O homem acidental é um fazedor. Por isso, o homem acidental vive naturalmente com ansiedade, tensão, estresse, angústia, sentado o tempo todo sobre um vulcão. Esse vulcão pode entrar em erupção a qualquer momento, porque o homem vive num mundo de incertezas e acredita que pode tomar as coisas como certas. Isso gera tensão em seu ser: lá no fundo ele sabe que nada é certo.
O Tarô Zen, de Osho: Carta - Estres…

108 contos e Parábolas Orientais - Por Monja Coen

Sou do tipo que ama andar na livraria esperando que algum livro me escolha, sempre acabo na parte de livros espiritualistas, zens, etc. Essa semana fui escolhido por 108  Contos e Parábolas Orientais, são contos Zens, chamados também de koans o Osho e o SatyaPrem sempre contam algumas dessas histórias, eu até anotava algumas em um caderno, por que são de uma reflexão tão profunda, que precisam sempre ser revisitadas. Agora a maioria delas em um único livro facilita bastante... A monja Coen explica que a partir dos principais nomes da tradição budista que ela faz parte (Soto Zen Budismo) reuniou os principais contos e acrescentou uma reflexão para cada uma delas. É um livro ótimo, mas sou suspeito nessa avaliação.
Bjs.