sábado, 15 de outubro de 2016

Rebecca Fergunson - SuperWoman



SuperWoman - Novo álbum da cantora Rebecca Fergunson


  Gosto da Rebecca desde a época do X-Factor, aqui no Brasil ela não é tão conhecida, mas no Reino Unido ainda é um sucesso com milhões de álbuns vendidos, mesmo depois de 6 anos do programa, 4 CD's, todos aclamados pela crítica e estreiaram dentro do TOP 10, e ainda mantém o contrato com a SYCO, gravadora do Simon.

  Nessas 12 músicas, a cantora declara ter feito seu trabalho mais pessoal até agora.. Recentemente ela teve um filho e só descobriu que seu parceiro era noivo de outra quando contou que estava grávida. Quem nunca né. Como boa artista, usou o sofrimento e dor para criar sua arte, nós agradecemos por isso.

"Este álbum tem sido difícil, não, estou nervosa porque se trata de uma questão muito pessoal. Eu sempre falo sobre relacionamentos e realmente um trabalho honesto. Mas, isso envolve a minha filha por isso é um pouco mais pessoal. é muito mais perto de casa. Eu chorei um pouco escrevendo este álbum ... que foi um pouco estranho para o pobres Troy, o produtor! Mas, ao mesmo tempo, foi como uma terapia. Fiz um álbum bastante positivo também. Eu queria fazer um álbum que fosse edificante e poderia ajudar as pessoas a passar por tempos difíceis ".

  Sou suspeito para essa recomendação, mas fica a dica pra esse fim de semana. Dá pra ouvir pelo Spotify.

Estou ouvindo também #MadLove da JoJo e #PoundCake da Alaska (me julguém,rs).

Bjs.

domingo, 18 de setembro de 2016

A busca...



Sempre tive algo que me instigava a buscar respostas, uma curiosidade, uma inquietação. Aos 15 anos comecei ir à um centro Espírita, lia muito, devorava todos os livros que podia, mas além dos espíritos, era mais do mesmo já dado do cristianismo conhecido na Igreja Católica, pensamentos apenas mais flexibilizados e nas histórias, em sua maioria romances, não respondiam a fundo meus questionamentos. Tal qual a igreja, em sua maioria falavam de regras morais, ser bom, ajudar o próximo, não respondiam a todos os meus anseios.

Com 22 anos conheci a Umbanda, adorava as giras, os pontos, a Umbanda traz uma espiritualidade viva, com muita energia, muita prática. Participei por um tempo, entendi o motivo dos rituais, das formulas, dos cantos, mas não me completava totalmente.

Anos depois conheci o Yoga, fiz um curso de formação e nele aprendi sobre a Índia, sobre os antigos mestres do Oriente e conheci a Meditação. Nessa época também conheci o Osho, os seus textos sempre falaram de forma tão certeira comigo, preenchia todas as lacunas que permaneciam abertas até então.

Do Osho, conheci SatyaPrem, discípulo brasileiro que dá continuidade ao que Osho fazia, que é nos instigar, nos despertar para um novo olhar, nos dar suporte e nos ajudar no último empurrão ao abismo do "eu". Sim, essa é uma jornada onde o ego não sairá vivo, que bom!

Osho sempre fala do Zen em seus textos, e o que é o Zen? Fui pesquisar, e dele conheci Monja Coen, sobre ela vale um post específico, um Ser uníco. E estamos nesse ponto, praticando o Zen no mosteiro da querida Monja Coen, pois para o Zen todas as palavras apenas apontam para algo, como já dizia o Osho e o SatyaPrem, mas as palavras só chegam até um ponto, depois depende de nós, da prática, prática do silêncio e  do apenas estar aqui e agora, em meditação.

Quase virando textão do Face, desculpem, e que fazia tempo que não vinha aqui.

^^

P.S. Entre o Espiritismo e o Zen encontrei com o Gasparetto, que é um mestre Zen, sem ser do Zen, seu modo de olhar o mundo e de nos ensinar e tudo o que os mestres fazem, nos tirar dos condicionamentos da mente e nos trazer para o momento presente. 


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Estresse - Osho



   Todas as metas pessoais são neuróticas. O homem sintonizado com a essência das coisas consegue entender, sentir que: "Eu não sou separado do todo, e não há necessidade de estar elegendo e procurando concretizar algum destino por mim conta. Os fatos estão acontecendo, o mundo continua girando - chame isso de Deus...
  Ele está fazendo coisas. Elas acontecem por vontade própria. Não há necessidade de que eu trave alguma luta, faça qualquer esforço; não há necessidade de que eu lute por coisa alguma. Posso relaxar e simplesmente ser"
  O homem essencial não é um fazedor. O homem acidental é um fazedor. Por isso, o homem acidental vive naturalmente com ansiedade, tensão, estresse, angústia, sentado o tempo todo sobre um vulcão. Esse vulcão pode entrar em erupção a qualquer momento, porque o homem vive num mundo de incertezas e acredita que pode tomar as coisas como certas. Isso gera tensão em seu ser: lá no fundo ele sabe que nada é certo.

O Tarô Zen, de Osho: Carta - Estresse

sábado, 25 de junho de 2016

Expansão -Yogananda


Tudo é Deus. Tanto esta sala quanto todo o universo estão flutuando como um filme na tela da minha consciência. [...] Eu olho para esta sala e vejo unicamente Espírito puro, Luz pura, Alegria pura. [...] As figuras de meu corpo, de seus corpos e de todas as coisas desse mundo são apenas raios de luz que emanam dessa única Luz Sagrada. Olhando esta Luz, não vejo nada além do Espírito puro.

Paramahansa Yogananda, falando aos seus discípulos no Eremitério de Encinitas, Califórnia

sábado, 11 de junho de 2016

108 contos e Parábolas Orientais - Por Monja Coen


Sou do tipo que ama andar na livraria esperando que algum livro me escolha, sempre acabo na parte de livros espiritualistas, zens, etc. Essa semana fui escolhido por 108  Contos e Parábolas Orientais, são contos Zens, chamados também de koans o Osho e o SatyaPrem sempre contam algumas dessas histórias, eu até anotava algumas em um caderno, por que são de uma reflexão tão profunda, que precisam sempre ser revisitadas. Agora a maioria delas em um único livro facilita bastante... A monja Coen explica que a partir dos principais nomes da tradição budista que ela faz parte (Soto Zen Budismo) reuniou os principais contos e acrescentou uma reflexão para cada uma delas. É um livro ótimo, mas sou suspeito nessa avaliação.

Bjs.

sábado, 4 de junho de 2016

Lembranças, música e novo CD do Jay Vaquer



Conheci o Jay Vaquer a muitos anos atrás em uma conversa com um amigo (Diego), onde falávamos de cantores que gostávamos e estavam fora da grande mídia. Amei na primeira vez que ouvi, uma voz linda e cada LETRA de fazer você repensar muita coisa. Naquela época fomos no show dele do Tom Jazz, cantamos cada música como se nossa vida dependesse daquilo, uma ótima lembrança.

Jay lançou novo CD de inéditas e cada música, como no passado, é um soco no estômago, minha música preferida é #BonecoDeVodu impossível não ouvir ela no repeat.

"Não uso fitinha do Senhor do Bonfim
Não esfrego a lâmpada do Aladim
O meu desejo só depende de mim
Do suor e da sorte do acaso ficar a fim

Não bato três vezes na madeira
Não me ajoelho pra subir ladeira
No emissário a oferenda diária pra Yemanjá
Só imagino se a fé costumasse "faiá"

Não espero ajuda de quem tá mais doente
Não faço pedido pra estrela cadente
O meu desejo só depende de mim
e da sorte do acaso ficar a fim

Então já sabe o que fazer com o meu boneco de Vodu"

Ouçam e tirem suas próprias conclusões ^^

Spotify: Canções de Exílio - Jay Vaquer





quarta-feira, 1 de junho de 2016

Sentado, em silêncio, a primavera irá chegar...

 
 
Osho é um dos pensadores que consegue fazer você questionar o que está dado como isso ou aquilo, esse é ótimo, sempre traz uma revelação nova, depende de quando lemos.

"Isto é difícil de se entender. Pessoas vêm a mim e dizem: "Gostaríamos de alcançar um estado silencioso de mente".

Elas pensam que a mente pode ser silenciada; a mente nunca pode ser silenciada. Mente significa a confusão, o problema, a doença; mente significa a tensão, o estado de angústia. A mente não pode ficar em silêncio; quando há silêncio, não há mente.
Quando o silêncio vem, a mente desaparece; quando a mente está lá, o silêncio não mais está. Então não pode haver mente silenciosa, assim como não pode haver doença saudável. É possível haver uma doença saudável? Quando há saúde, a doença desaparece. O silêncio é a saúde profunda; a mente é a doença profunda, o distúrbio profundo.

Buddha chamou o seu discípulo predileto, deu a ele uma flor e disse "Aqui entrego-te a chave". O que é a chave? Silêncio e riso são a chave - silêncio por dentro, riso por fora. E quando o riso vem do silêncio, ele não é deste mundo, ele é divino.

Quando o riso vem do pensamento ele é feio; ele pertence a este ordinário, mundano espaço, ele não é cósmico. Então você está rindo de alguém, a custo de alguém e isso é feio e violento. Quando o riso vem do silêncio você não está rindo a custo de ninguém, você está simplesmente rindo de toda a piada cósmica. E é realmente uma piada. É por isso que fico contando piadas a vocês... porque piadas carregam mais que quaisquer escrituras. Isto é uma piada, pois dentro de você está tudo e você esteve procurando por todos os lugares. Que mais poderia ser, além de uma piada? Você é um rei e fica atuando como um mendigo nas ruas, não apenas atuando, não apenas enganando os outros, mas fingindo que é um mendigo pra você mesmo. Você tem o recurso de todo o conhecimento a seu dispor e fica fazendo perguntas; você tem o eu sábio e pensa que é ignorante, você tem a imortalidade dentro de você e tem medo e pavor da morte e da doença. Isto realmente é uma piada, e se Mahakashyap riu, ele fez bem.

Estas são as duas partes. O silêncio interior - o silêncio tão profundo que não há vibração em seu ser; você é, mas não há ondas; você é apenas uma poça sem ondas, nem sequer uma onda ocorre; o ser todo em silêncio, apenas; por dentro, no centro, silêncio - e na periferia, celebração e riso. E apenas o silêncio pode rir, pois apenas o silêncio pode compreender a piada cósmica.

Qual é a diferença entre o silêncio real e o falso? O silêncio falso é sempre forçado; por meio do esforço é alcançado. Ele não é espontâneo, ele não aconteceu a você. Você fez ele acontecer. Você está sentado silenciosamente e há mais confusão internamente. Você reprime isso e então não pode rir. Você se tornará triste porque rir será perigoso- se você rir você perderá o silêncio, pois no riso você não pode reprimir. Riso é contra repressão. Se você quer reprimir você não deve rir; se você rir tudo virá à tona. O real extravasará no riso, e o irreal estará perdido.

Nada pode incomodar se o real silêncio tiver acontecido. Então tudo ajuda para que ele cresça. Se você está realmente silencioso você pode sentar num mercado, e nem o mercado pode atrapalhar isso. Na verdade, você se alimenta do barulho do mercado e aquele barulho se transforma em maior silêncio dentro de você. Na realidade, para sentir o silêncio o mercado é necessário - pois se você tem o silêncio verdadeiro, então o mercado se torna o pano de fundo e o silêncio se torna perfeito em contraste. Você pode sentir o silêncio interior borbulhando contra o mercado.

Esta é a chave - a parte interior disso é o silêncio e a outra parte da chave é a celebração, o riso. Seja festivo e silencioso. Crie mais e mais possibilidades a seu redor - não force o interior a ser silencioso, apenas crie mais e mais possibilidades à sua volta para que o silêncio possa florescer nisso. Isto é tudo que podemos fazer. Podemos colocar a semente no solo, mas não podemos forçar a planta a sair. Podemos criar a situação, podemos proteger, podemos dar fertilizante ao solo, podemos regar, podemos ver aonde o sol chega ou não ou como mais raios de sol são necessários, onde mais ou menos. Podemos evitar perigos e esperar em estado meditativo. Não podemos fazer mais nada. Apenas a situação pode ser criada.

A meditação não leva você ao silêncio, ela apenas cria a situação na qual o silêncio acontece. E este deveria ser o critério - que, seja quando for, o silêncio acontecerá e o riso virá à sua vida. Uma celebração vital acontecerá em toda a sua volta. Você não se tornará triste, você não se tornará depressivo, você não irá escapar do mundo. Você estará aqui neste mundo, mas levando todas as coisas como um jogo, curtindo tudo como um bonito jogo, um grande drama, não mais sério que isso. Seriedade é uma doença.

Quando o silêncio é demais ele se torna riso, ele se torna tão expandido que começa a extravasar em todas as direções. Ele riu. Deve ter sido uma gargalhada louca, e nesta gargalhada não havia Mahakashyap. O silêncio era gargalhada, o silêncio chegou a um florescimento.

Esteja pronto para que possamos sentar em silêncio e ouvir os pássaros ou o vento nas árvores. Apenas sentados silenciosamente, fazendo nada, a primavera chega e a grama cresce por si mesma. Esta será minha última mensagem e meu último trabalho na Terra.

Quando um discípulo está pronto, palavras podem ser abandonadas. Elas são apenas um caminho para trazê-lo mais perto pois você não pode compreender nada a não ser palavras. Se alguém fala, você entende; se alguém está silencioso, você não entende. O que você irá compreender? Silêncio é apenas uma parede para você, você não pode achar seu caminho nisso. E o silêncio carrega um profundo medo também, pois ele lembra a morte. Palavras lembram a vida, silêncio lembra a morte. Se alguém está silencioso você começa a se sentir com medo, assustado - se alguém continua a ser silencioso, você tentará escapar de lá pois isto é muito, o silêncio é pesado demais para você. Por que? Porque VOCÊ não consegue ser silencioso, e se você não pode estar em silêncio, não pode compreender o silêncio. Você é um tagarela; por dentro há um macaco sentado, tagarelando continuamente. Alguém definiu o homem como nada mais que um macaco com metafísica, com alguma filosofia, isso é tudo. E que a filosofia é nada mais que um modo melhor de tagarelar, mais sistemático, mais lógico, mas ainda tagarelice.

O falso silêncio, o pseudo silêncio, é simplesmente sem graça. Você pode ver isso. Se uma pessoa estúpida está sentada ali - um idiota, um imbecil - você irá sentir um certo silêncio ao redor dele; é o mesmo silêncio que você pode sentir num cemitério.
O indivíduo tem um espaço ao redor dele que é muito sem graça, ele parece ser muito indiferente ao mundo, não está em contato com nada, desconectado; ele está sentado ali como um bloco compacto de terra. Não há vibração ao redor dele de qualquer vida, energia, não há nada estremecendo acerca dele. Este não é o silêncio real. Este homem é simplesmente estúpido.

O silêncio real chega fora do entendimento: "Por que eu não estou silencioso? Por que continuo a criar tensões para mim mesmo? Por que continuo em padrões miseráveis? Por que suporto meu inferno? ". A pessoa começa a compreender o porquê de seu inferno - e por esta grande compreensão, sem nenhuma prática de sua parte, você começa a abandonar aquelas atitudes que criaram aquela miséria. Não que você as abandone, elas simplesmente começam a desaparecer.

Rezar é um estado de simplicidade. Não é de palavras, mas de silêncio.

Comunicação é da mente: verbal, intelectual, conceitual. Comunhão é da não-mente, do silêncio profundo; uma transferência de energia, não-verbal; um salto de um coração a outro - imediato, sem nenhum mediador."

Osho

sábado, 5 de março de 2016

Hellen Caroline


Esse fim de semana viciado na Hellen, ela participou de vários anos do Ídolos, e mais recentemente ganhou um quadro do Raul Gil, de onde conseguiu gravar o primeiro álbum e agora no fim de 2015 lançou o segundo. Um pagode gostoso, por que sim, tem mulher no pagode!

Quem ainda não conhece, fica a dica ^^


sábado, 23 de janeiro de 2016

A música do Silêncio

   Enquanto não sai o terceiro livro da série "Crônicas do Matador de Rei" lendo sobre a Auri, muito legal o livro, diferente da série principal, pelos olhos da Auri da pra ver outras nuances do mundo...


  Quem se interessar, tem uma resenha legal aqui A Música do Silêncio



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

TCC




  Estou finalizando minha pós em Adm, sim, me formei em Letras, mas como me vendi ao capitalismo e sempre trabalhei em banco, entendi que era importante "para meu currículo" ter uma especialização mais voltada na área que atuo.

  Isso posto, estou agora na parte de finalizar o TCC e fico pensando quão inútil é essa tarefa, visto que hoje em dia todos fazem CTRL+C e CTRL+V, será que ao obrigar a todos a fazerem um TCC estamos gerando maior aprendizado, estamos realmente incentivando à pesquisa acadêmica? Acredito ser pouco provável.

  Quando me formei em Letras, não fizemos o trabalho de conclusão, mas um artigo final para cada materia, na época foi muito produtivo, visto que as matérias eram literatura brasileira, portuguesa, latino americana, linguistica, todas muito interessantes, ótimo professores, mas lógico, era humanas...

  Sim, um dia quero atuar na minha área, dar aulas, fazer uma pós em humanas..um dia..