terça-feira, junho 10



   Criar a vida que você quer.. Parece frase de auto-ajuda? Talvez, mas minha busca é por experienciar diariamente tudo aquilo que acredito.

   Somos criadores, você pode sempre ver o copo meio cheio ou meio vazio, a escolha é sempre nossa.

   Conseguimos tudo aquilo que desejamos apenas por crer que podemos? Não. O foco quando se é consciente não é "vou ser consciente das minhas escolhas e em troca o mundo me dará o que desejo", o foco é ser positivo pelo que isso lhe traz no agora.

   O maior desafio é estar consciente dessa escolha e de todas as nossas escolhas diárias, a maioria nem se dá conta que tem escolha. O ônibus atrasou o que você escolhe? Se estressa? Ou aceita a realidade, atrasou ok, ouço uma música, leio um livro, busco um táxi, faço algo, é minha opção. Ficar irritado, se queixar da vida também é uma opção, mas qual te faz bem e qual te faz mal? Não acredito em certo e errado, acredito naquilo que me serve e aquilo que não me serve.

  Estar consciente é um exercício, não fomos ensinados a isso, quanto mais sonâmbulos, melhor para aqueles que comandam o mundo... Eu escolhi estar consciente, escolhi ver o copo meio cheio, pra mim tem dado certo e isso que vale!

  Amanhã tento rodar pelos blogs...

  Bjs


sábado, junho 7

1,2,3 testando.. 1,2,3 testando




  Sim ainda lembro a senha do blog, rs Minha sorte é não ser criativo no quesito senhas, tenho apenas quatro variações, então não as perco com tanta facilidade.

   Vir aqui pra falar que faz tempo que não venho aqui já ficou chato, por isso vamos tratar do que importa... O que importa?! Sei lá, pra mim muitas coisas, e legal entrar aqui e ver que mesmo depois de mais de 6 anos de blog e quase 30 de vida as coisas que me importam continuam sendo as mesmas.. a busca pelo subjetivo, a busca pelo que sou, pelo que posso ser..  

   Onde paramos? Bem casei, estou em uma fase muito feliz, acredito que seja algo que chamam de maturidade, não sei ao certo, nunca fui bom com rótulos, mas estou tranquilo em todos os campos da vida, Osho e o Gaspa tem muito mérito nisso também. Em agosto começo a fazer uma pós, por que depois de 5 anos longe da faculdade está na hora de dar uma atualizada, mas isso fica pra outro post (espero que em breve).

   Bem por que voltei ao blog? Acho que pelo desejo de voltar a escrever, por que só 140 caracteres não satisfazem um libriano. Face não conta, por que esse está cada vez mais próximo do Orkut, ali é bloqueando e refinando seu grupo de amigos pra poder valer a pena a rede, que em si é muito boa.

  Falando em escrita e leitura, vamos falar do meu novo amigo, o Kindle.





  A maioria já deve ter lido algo sobre, ele é um leitor de de livros digitais, os ebooks. Minha amiga trouxe um dos EUA e puts, virou essencial, muito gostoso de ler nele, fora que agora não preciso mais me preocupar onde guardar os livros, já que minha estante não cabia mais nada. Com ele estou me permitindo ler mais, por que devido ao peso acabava não carregando meu livro pro trabalho e com o kindle posso levar todo meu acervo. E de ler mais, escrever também se torna uma necessidade, e assim gira a roda..ou não..rs

  Agora estou lendo "Convergente" o livro final da trilogia "Divergente", não sou critico literário (mas poderia, já que sou formado em Letras), mas esse até agora tem sido o melhor dos três livros, espero não me decepcionar com o final.




  É isso, aproveitar pra ver se tem alguém da blogosfera das antigas por ae vivo e conectado...Bora atualizar os links. Bjs 


domingo, janeiro 13

2013..


Entre um pensamento e outro, me questiono por que nao encontro tempo para o blog e para o universo da blogosfera.

Tenho um carinho tão grande por esse mundo, aqui fiz boas amizades, conheci pessoas muito interessantes e entre um post e outro fiz reflexões e desabafos que sempre me ajudaram muito.

Fiz o blog em uma época onde nós da blogosfera nos ajudávamos,nos consolávamos e refletíamos juntos. Um tempo onde não era 'moda', talvez fosse apenas 'cult' ser blogueiro, tempo que que nem se falava em rede social.

Já estamos em 2013, os anos cada vez estão com mais pressa, e nesse corre corre algumas coisas ficam de lado, mas não esquecidas, apenas guardadas para o momento oportuno.

Que esse ano eu consiga vir mais aqui, passar pelos blogs que gosto, conhecer novos, compartilhar mais meus pensamentos, desejos e anseios e sair um pouco dos 140 caracteres..

Bjs

quarta-feira, agosto 15

Respostas fáceis..




Ótima reflexão ^^

terça-feira, agosto 7

Aqui

 
 
Observe os movimentos da sua mente
Procure entender que você se identifica com tudo que passa pela sua mente.
Toda ansiedade do ser humano é que ele quer escolher o que parece belo e esquecer o que é sombrio.
Escolher é criar ansiedade, é criar problema para si mesmo.
No momento que você não escolhe toda a preocupação desaparece.
Você é só uma testemunha e nada mais. Mas você está sendo um observador que se identifica com alguma coisa que parece agradável e esquece que o desagradável a acompanha como uma sombra.
Você não tem problema nenhum com o lado agradável, você se alegra com ele. O problema surge quando o seu oposto entra em cena – aí você fica arrasado.
Mas foi você quem criou o problema todo. Quando deixou de ser uma testemunha, você se identificou.
Experimente de vez em quando: No dia em que você não se identificar com a mente, mesmo que seja por um único instante, haverá uma transformação. A mente simplesmente deixa de existir.
Em vez de ficar tão cheia de pensamentos, em vez de funcionar continuamente – dia e noite – de repente ela deixa de existir. Você olha em volta e só vê um vazio, um nada.
Quando desaparece a mente, desaparece o ego. E muitas coisas que são importantes para você, que lhe causam tanto aborrecimento, desaparecem.
A mente é só uma sucessão de pensamentos passando diante de você na tela do cérebro. Você é apenas um observador, mas começa a se identificar com coisas bonitas, sedutoras.
Mas depois que se deixa seduzir pelas coisas bonitas, você também se identifica com as feias, porque a mente não pode existir sem dualidade.
Então simplesmente observe. Só dê um passo pra trás e observe. Crie uma distância entre você e a mente. Seja algo bom, belo, delicioso, ou algo feio – continue tão distante quanto possível, olhe para isso como se fosse um filme.
As pessoas se identificam umas com as outras e depois criam sofrimento para si mesmas. Elas se identificam com as coisas e depois sofrem se aquilo lhes falta.
A identificação é a origem do seu sofrimento. E toda identificação é identificação com a mente.
Dê simplesmente um passo para o lado e deixa a mente passar.
Nesse momento, apenas observe o que quer que esteja passando pela sua mente. E, então, penetre o vazio...
 

sábado, agosto 4


Por vezes me sinto vivendo em um vulcão prestes a entrar em erupção. Conviver é sempre um aprendizado, principalmente quando o outro é sucetivel a mudanças drásticas de humor e de temperamento forte. Como bom libriano fico separando (tentando) todos os sentimentos, emoções e atitudes e pesando na balaça, buscando entender se o lado positivo continua superando os demais. E continua, mas por vezes quando a balança inclina, tenho medo que ela não volte para o outro lado...




sábado, julho 21

2 meses sem postar e acompanhar meus amigos blogueiros, preciso rever isso =/ sinto falta do blog.. conheci muita gente legal por aqui! Amanhã volto e reverto isso! Bjs

sexta-feira, maio 11

Vida e ficção

#Smash me conquistou desde o primeiro episódio. Louco pra descobrir como será a final, faltam apenas dois episódios. E a Katherine McPhee sempre perfeita nas interpretações!

domingo, maio 6

O que não é

Esquecer-se de si mesmo é lembrar que você não é aquilo que pensa que é.
Que você não é aquilo que as pessoas o ensinaram a pensar que você é.
Sim, porque você foi ensinado a pensar tudo o que você pensa.
Se ninguém tivesse ensinado, você não teria a metade das ideias que tem na cabeça.
Eu duvido muito que você coletaria todas essas ideias voluntariamente.
Isso não é inteligente e, inclusive, contraria toda a investigação proposta em Satsang.
Aliás, se você acha que é quem você pensa que é, já notou que quem você pensa que é, de vez em quando muda?
É impermanente.
E se é impermanente não pode ser você.
A equação é bem simples.
Mas todos exigem que você seja aquilo que eles pensam que você é.
E não pense que eles exigem isso por você.
É por eles mesmos.
É porque confrontando essa 'realidade', eles também terão que ver que eles não são quem eles pensam que são.
Quantas vezes já ouviu de alguém que você não parece mais ser a mesma pessoa?
Sim, você não é mais aquela pessoa que eles pensavam que você era ou o quê?
Em verdade, você continua sendo exatamente os mesmos átomos eulouquecidos ao redor do sol.
Não tem ninguém, não tem dois, não tem diferença.
Eu experimentei ser aquele que pensam que eu sou.
Mas para qualquer lado, é sofrível.
Só existe descanso, só existe silêncio, quando você deixa de ser aquilo que você e os outros pensam que você é.
Satsang, portanto, é dedicado a esse evento secretivo: esquecer-se de si mesmo.
Se alguém pergunta quem você é, você diz, simplesmente, que não lembra.
Afinal, por que seguir uma história que não está mais presente?

SatyaPrem

terça-feira, maio 1

Frio e leitura


Comecei a ler " A Queda de Atlântida" da Marion Zimmer Bradley. São apenas 201 páginas, então será uma leitura rápida, o livro faz parte do ciclo de "As Brumas de Avalon" e se remete a um tempo anterior a Avalon, na antiga Atlântida. Vou reler as Brumas e estou lendo na sequência cronologica os livros da série, pois a Marion fez vários livros que falam sobre as reencarnações anteriores de algumas personagens e como se deu todo o contexto de Avalon, depois desse passo para "Os Ancestrais de Avalon".

O livro fala sobre Domaris e Deoris são duas irmãs que perderam a mãe aquando o nascimento de Deoris. Domaris é Sacerdotisa iniciada da luz e encontra o amor ao lado de Micon, um Sacerdote Atlante da luz, que devido à tortura a que foi submetido vive apenas para ter um filho ao qual transmitir o Poder que lhe foi conferido por Herança. Deoris, por sua vez, é uma criança escriba, demasiado petulante para qualquer um excepto a irmã Domaris a quem tem como uma mãe. Mas será que, tal como a irmã, Deoris está destinada a abraçar o lado da Luz?

Algo curioso demonstrado no livro é, na verdade, a dualidade entre as duas irmãs. Se, por um lado, se poderia esperar que Domaris fosse um poço de virtudes devido à sua condição, tal facto não se confirma. Domaris consegue por mais do que uma vez ser incrivelmente egoísta e arrogante, apesar de na maioria do tempo ter uma passagem equilibrada pela narrativa. Por outro lado, Deoris - que no início do livro é inevitavelmente rotulada como a personagem mais mimada do século - vai revelando uma presença de espírito natural e inesperada. Talvez o efeito seja criado pela narrativa, a qual vai formando, sem que o leitor se aperceba, uma envolvência entre a personagem e o leitor a tal ponto que acaba por - tal como Deoris - não ter a noção de alguns actos e da consequência dos mesmos. A noção, essa, recuperamo-la com a própria Deoris, numa parte final do livro de leitura de certo modo mais simples e simultaneamente mais agradável.

E com o frio que está aqui em São Paulo, está bem convidativo para uma boa leitura.

Bjs

Obs. A sinopse eu li aqui, pois ainda não li o livro ^^

domingo, abril 22

Os outros e VC



Diante de uma crítica qualquer, muita gente se sente diminuída, ofendida, com a autoestima abalada. Aliás, você já reparou que vários elogios podem ser anulados por uma única crítica? Você pode até ser bajulada a todo momento... Mas basta alguém chegar e dizer que você deveria ser assim ou assado que tudo muda - mesmo que a pessoa diga isso de maneira delicada. Aquilo bate forte dentro do peito. Nossa, em situações como essa a gente fica totalmente desconcertada! E, automaticamente, adotamos uma postura defensiva.

É... os seres humanos são muito vulneráveis! Só de imaginar que vai ser criticada, você já muda a maneira de agir, já deixa de fazer as coisas como queria, não se coloca na vida como gostaria... E mais: tem gente que gasta uma vida inteira adotando posturas e atitudes falsas para evitar críticas. Então, preste atenção! Mesmo que você abra mão de ser espontâneo para assumir diferentes modelos, jamais agradará a todos. Isso é impossível! E mais: você sempre será criticada por algum motivo.

Quero que você perceba que as críticas não terão esse efeito arrasador se você não der importância a elas. Isso mesmo! Se as pessoas fossem um pouco mais inteligentes, não escutariam crítica alguma. Ou escutariam, mas com muita reserva: "Fulano me disse tal coisa? Será que é verdade? É melhor eu verificar se o que ele disse faz sentido". Você deve tirar conclusões com base na sua própria observação. E o detalhe: sempre com a mente lúcida e tranquila, e com os pés firmes no chão.

O problema de receber críticas é quando a gente dá muito crédito à opinião dos outros. O que isso significa? Que você sempre se coloca em segundo plano. Desde pequenina, dá o lugar aos outros (não importa se está muito cansada), não machuca os outros (não importa quais sejam seus sentimentos)... Tudo é para os outros. O outro vai entrando de tal maneira em nós mesmos que temos um departamento na nossa cabeça que se chama Os Outros. Pode não haver ninguém controlando suas atitudes, mas você já está se justificando, dando satisfações. Que horror! 

Você? Ah, você está sempre em segundo plano, vai ficando lá no fundinho. E é por isso que as críticas magoam tanto seu coração. O segredo é um só: ponha-se sempre em primeiro lugar. Não estou estimulando o egoísmo, mas a autovalorização e a autoestima. Quero que as pessoas deem importância aos próprios dons e escutem os próprios sentimentos e emoções.

Acredite! O sucesso vem quando a gente deixa de ligar para as opiniões dos outros. Se você cair na loucura de ouvir o mundo para se orientar, vai acabar se arrebentando. E essas pessoas que você tanto considera serão justamente as primeiras a lhe desprezar, a largar você no meio do caminho. Porque a lei é essa: você só pode dar valor a quem tem valor. 

Sempre que se deparar com uma crítica, pare e pense: "O que importa é o que eu sinto, não o que essa pessoa sente. O importante é o que eu ouço, não o que o outro fala. O essencial é o que eu penso, não o que o fulano ou o sicrano pensam. Dou valor àquilo que realmente sinto. A natureza me fez responsável por mim e assim o serei - para sempre!". 

Luiz Gasparetto
(Publicado originalmente na MdeMulher)

sábado, abril 21

Dentro pra fora

 

"Yoga acredita na transformação do indivíduo antes de transformar o mundo. Qualquer que seja a mudança que queremos que aconteça fora deve acontecer dentro. Se você andar em paz e expressar que a paz em sua vida muito, outros irão vê-lo e aprender algo."

Swami Satchidananda

quarta-feira, abril 18

Livros, escrita e reflexões



Sempre que sobre um tempo, gosto de voltar no passado do blog e reler posts antigos, alguns são pessoais , alguns reflexivos, outros apenas comentários de textos que gostei.

Quando era mais jovem escrevia bastante, poemas, crônicas, ou apenas divagações sobre a vida. Foi isso que me fez escolher a faculdade de Letras ( na época estava na dúvida entre Letras e Psicologia), na verdade a faculdade de Psicologia também ficava mais longe e na época a de Letras foi a que mais me interessou, não tinha o sonho de ser professor, queria me formar e sabia que gostaria do curso, e assim aconteceu, tanto que desde então trabalho em Banco e não tive nenhum contato com o magistério (apenas o estágio e as monitorias que dava na faculdade).

Minha matéria preferida era Literatura, adorava entender o que estava “por trás” do texto e tinha bastante facilidade nisso, a maioria das minhas amigas não gostavam, mas eu sim, aulas dos clássicos como Clarice Lispector era algo sensacional pra mim. Mas sabia que viver de literatura era uma utopia e no cenário brasileiro, quase um suicídio.

Com a correria dos dias, escrever foi ficando em segundo plano, mesmo lendo bastante, fiquei apenas absorvendo a escrita dos outros, mas recentemente a vontade de escrever voltou, como uma ânsia de falar algo, de expressar de alguma forma o que sou. Vou me dedicar mais a isso, faz tão bem. Minha pós na área de Letras ainda terá que esperar. Primeiro irei fazer a de Economia e Finanças, para dar um UP ao meu currículo, visto que me voltei para o mundo capitalista e deixei o mundo literário em segundo plano (risos)

Até mais..
Bjs

sábado, abril 14

Momento de Florescer



Osho falava “Nós nos esquecemos de como esperar; este é um espaço quase abandonado. No entanto, ser capaz de esperar pelo momento certo é nosso maior tesouro. A existência inteira espera pelo momento certo. Até as árvores sabem disso - qual é o momento de florescer, e o de deixar que as folhas caiam, e de se erguerem nuas ao céu. Também nessa nudez elas são belas, esperando pela nova folhagem com grande confiança de que as folhas velhas tenham caído, e de que as folhas novas logo estarão chegando. E as folhas novas começarão a crescer. Nós nos esquecemos de como é esperar: queremos tudo com pressa. Trata-se de uma grande perda para a humanidade... Em silêncio e à espera, alguma coisa dentro de você vai crescendo - o seu autêntico ser. Um dia ele salta e se transforma numa labareda, e a sua personalidade inteira é estilhaçada: você é um novo homem. E esse novo homem sabe o que é uma cerimônia, esse novo homem conhece os sumos eternos da vida”. 

Que possamos aprender a esperar o tempo certo das coisas, para isso precisamos sentir, precisamos realmente estar no agora, só assim poderemos "ouvir" os sinais da vida, assim como as árvores sabem o momento de mudar, nós também podemos saber o momento certo de agir..

Ótimo sábado! Bjs

sábado, janeiro 28

Véus


Busco sempre a honestidade. Comigo próprio acima de tudo, fazer o que realmente desejo, amo, sinto. Mas nem sempre é tão simples chegar a isso. Vivemos em um mundo tão condicionado, tão cheio de imposições que por vezes nos questionamos porque estamos fazendo algo ou tomando alguma atitude. Fazer por fazer... por que sempre foi feito assim, coisas do tipo. A meditação chega nesse momento para "limpar" esses condicionamentos, para colocar a mente um pouco de lado e ensinar a ouvir o silêncio que existe além dela. Parece figura de linguagem, mas quem já meditou, ou tem alguma experiência espiritual forte, conseguirá entender esse silêncio. O Osho explica que é um lugar além do tempo e do espaço, além dos nomes e dos conceitos, um ponto onde você entende que você transcende tudo isso que você chama de vida.

Mas os condicionamentos são fortes, estão no seu Ser a vidas e vidas, é necessário dedicação para poder se ver livre de todos eles. Yogananda faz um paralelo com um pianista, que treinando apenas algumas horas no mês será apenas um pianista mediocre, da mesma forma o yogue, ou aquele que busca o Si-mesmo se não colocar uma dedicação, uma real intenção de remover todo o lixo que foi lhe imposto, não se encontrará de verdade. Terá vislumbres, com certeza, mas não terá força suficiente para se manter ali.

O que me conforta é saber que não preciso ir para a Índia, China, Peru ou qualquer cidade mística. Não preciso ler os livros sagrados nem conhecer os solos santos. Minha busca está dentro de mim mesmo,e também dentro de você. E na verdade não é uma busca, pois não há o que achar, seria mais como apenas abrir os olhos e poder realmente enchergar...

Namastê