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Sinto que alguns livros, e algumas reflexões me trazem sempre de volta a mim mesmo. Isso está acontecendo ao ler "A cabana" de Willian P. Young. Não analisei o livro esteticamente, mas sim enquanto conceito, mensagem. Claro, os críticos e os céticos, caíram matando ao ver no livro Deus ser tratado tão "humanamente", Deus uma negra? Jesus de jeans? E assim que eles aparecem em "A cabana" e como o livro deixa claro isso não tira a importância nem diminui Deus e Jesus, muito pelo contrário. Jesus mesmo nunca agiu como um Rei quando estava em carne na Terra, muito pelo contrário...

O livro traz vários conceitos, a maioria deles já propagados por aqueles que acreditam na "Nova Era", onde Deus não pune, onde as leis que temos que seguir são as nossas próprias e onde tudo o que importa é a forma que nos relacionamos com as pessoas, em uma palavra, AMOR.
Já estou lendo o livro pela segunda vez, e com a mesma intensidade a mesma emoção..quem tiver a oportunidade, fica a dica...

O livro conta a história do personagem Mackenzie Allen Phillips, um homem casado, atormentado pelo passado sombrio com seu pai, e, ele próprio, pai de três crianças. Uma delas, Missy, acaba sendo seqüestrada em um acampamento, enquanto Mack salvava seus outros dois filhos. A partir desta data, Mack passa a viver sobre a sombra de uma grande tristeza, que governa sua vida e ofusca a beleza da vida. Porém, Mack recebe um bilhete para se encontrar com Deus em uma cabana, a mesma onde foi encontrado o vestido com sangue de sua filha, presumindo que ela fora assassinada na cabana. A partir daí Mack recebe lições de amor e a resposta que atormenta grande parte da humanidade: Deus é tão poderoso, porque não faz nada para amenizar nosso sofrimento? A resposta está na leitura! Ótima semana pra todos! Bjs

Comentários

DO disse…
Tbem gostei muito qdo o li,Rodrigo. Vale mesmo muito à pena. Grande abraço@
Mônica disse…
Eu li e gostei mais ou menos. Achei que ele usou de muita alegoria desnecessária em algumas ocasiões, mas achei bacana o fato de ele quebrar o estereótipo que temos de Deus. Sempre imaginamos um homem e a forma de mulher nos faz ver algo muito mais sublime.

Como ele coloca no livro, Deus não interfere nas nossas escolhas para o bem, nem para o mal e é a partir dessas escolhas que temos colheitas boas e ruins e ele tb não interfere nesses momentos. Não concordo com vc quando disse que devemos seguir nossas próprias leis, a não ser que estas sejam tidas como nossas escolhas, pois a lei que devemos seguir é a do amor, pregada por Ele.

Bjs
Anônimo disse…
entrou para a lista, querido... já cruzei com o livro algumas vezes e já paquerei... mas ainda não levei...

Só que a sua descrição me deixou muito intrigado, estou no processo de voltar a mim mesmo e acho que iria me tocar assim como tocou você...

pelo jeito, está na hora de eu encontrar com Deus tb! rs!

Valeu pela dica ;-)!
Babi Mello disse…
Estou lendo esse livro por isso não vou ler o texto para não revelar os mistério que o livro vai me trazer. O que posso dizer: estou gostando.
Bj!
Anônimo disse…
xiiiiiiiiiiii eu para quem não acredita nem em Deus como fica .....
Mauri Boffil disse…
ta na minha lista dos "para ler"
Sandra Timm disse…
Depois deste teu comentario sobre o livro, lerei-o assim que puder!

Bom feriado