«O Homem é a medida de todas as coisas» Protágoras Estas afirmações, que surge de um grego do século V a.C., permanecem fresca e viva. É ainda uma chamada à reflexão, de incalculável valor para todos nós, homens do século XX. Alguns estudiosos quiseram ver nesta especial posição do contemporâneo de Péricles, um antropocentrismo que poderia roçar com a negação de Deus. Nada há de mais equivocado. Os antigos não concebiam o homem numa posição dialéctica com a Natureza Divina , mas como uma chave que podia abrir as portas secretas de tudo o que é manifestado e do que mais tarde se chamaria «metafísico». O homem concebeu-se como enxertado em Deus e mesmo como Deus numa das suas expressões sensíveis e, sobretudo, inteligíveis. O decurso da história foi precipitando pouco a pouco a Humanidade no culto do «bezerro de ouro» dos sistemas anti-naturais, que paulatinamente nos afastaram desses outros «sistemas» da natureza Divina. Não nos soubemos adaptar – talvez por pecado de orgulho – às Leis...
No momento em que você se aceita, não há necessidade de futuro nenhum, porque não há necessidade de melhorar coisa alguma. Então, tudo é bom, tudo é bom como é. No próprio exercício de viver, a vida começa a adquirir um colorido, surge uma nova harmonia. " Osho