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A busca...



Sempre tive algo que me instigava a buscar respostas, uma curiosidade, uma inquietação. Aos 15 anos comecei ir à um centro Espírita, lia muito, devorava todos os livros que podia, mas além dos espíritos, era mais do mesmo já dado do cristianismo conhecido na Igreja Católica, pensamentos apenas mais flexibilizados e nas histórias, em sua maioria romances, não respondiam a fundo meus questionamentos. Tal qual a igreja, em sua maioria falavam de regras morais, ser bom, ajudar o próximo, não respondiam a todos os meus anseios.

Com 22 anos conheci a Umbanda, adorava as giras, os pontos, a Umbanda traz uma espiritualidade viva, com muita energia, muita prática. Participei por um tempo, entendi o motivo dos rituais, das formulas, dos cantos, mas não me completava totalmente.

Anos depois conheci o Yoga, fiz um curso de formação e nele aprendi sobre a Índia, sobre os antigos mestres do Oriente e conheci a Meditação. Nessa época também conheci o Osho, os seus textos sempre falaram de forma tão certeira comigo, preenchia todas as lacunas que permaneciam abertas até então.

Do Osho, conheci SatyaPrem, discípulo brasileiro que dá continuidade ao que Osho fazia, que é nos instigar, nos despertar para um novo olhar, nos dar suporte e nos ajudar no último empurrão ao abismo do "eu". Sim, essa é uma jornada onde o ego não sairá vivo, que bom!

Osho sempre fala do Zen em seus textos, e o que é o Zen? Fui pesquisar, e dele conheci Monja Coen, sobre ela vale um post específico, um Ser uníco. E estamos nesse ponto, praticando o Zen no mosteiro da querida Monja Coen, pois para o Zen todas as palavras apenas apontam para algo, como já dizia o Osho e o SatyaPrem, mas as palavras só chegam até um ponto, depois depende de nós, da prática, prática do silêncio e  do apenas estar aqui e agora, em meditação.

Quase virando textão do Face, desculpem, e que fazia tempo que não vinha aqui.

^^

P.S. Entre o Espiritismo e o Zen encontrei com o Gasparetto, que é um mestre Zen, sem ser do Zen, seu modo de olhar o mundo e de nos ensinar e tudo o que os mestres fazem, nos tirar dos condicionamentos da mente e nos trazer para o momento presente. 


Comentários

Sempre ouço que o que importa não são as respostas, mas o caminho que se faz para buscar as respostas! parabens eu caminho tem te levado longe!

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